Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, aponta que a recuperação estrutural constitui um conjunto de intervenções técnicas vitais para devolver a segurança e a funcionalidade a edificações que sofrem com o desgaste do tempo ou patologias construtivas. A manutenção de ativos antigos exige um diagnóstico minucioso que identifique a raiz do problema antes de qualquer aplicação de materiais.
Abordaremos como a tecnologia permite revitalizar estruturas envelhecidas sem a necessidade de demolições dispendiosas. Continue a leitura para compreender os processos que garantem a longevidade e a estabilidade das grandes obras brasileiras.
Mantenha sua construção segura!
O processo de deterioração de uma estrutura de concreto armado geralmente ocorre devido a agentes externos que desencadeiam a corrosão das armaduras internas. Como alude o ex-presidente da OAS Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a carbonatação do concreto e a invasão de cloretos são os principais vilões que comprometem a integridade de prédios, pontes e viadutos.
Quando o aço expande devido à oxidação, ele gera tensões internas que provocam fissuras, desplacamentos e a perda da capacidade de suporte da peça. Identificar esses sinais em estágio inicial é fundamental para realizar uma intervenção de baixo custo que impeça o agravamento de danos estruturais severos. A revitalização de uma estrutura exige o uso de argamassas especiais, inibidores de corrosão e técnicas de reforço que sejam compatíveis com o material original.
Quais são as etapas fundamentais para uma recuperação estrutural segura?
Uma intervenção segura e duradoura começa com a escarificação do concreto degradado e a limpeza rigorosa das armaduras oxidadas até que o metal apresente brilho metálico. Segundo o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a aplicação de produtos passivadores de zinco é essencial para interromper o processo eletroquímico de corrosão antes do fechamento da peça.

Após o tratamento do aço, utilizam-se grautes de alta resistência e retração compensada para preencher os vazios e garantir a aderência perfeita entre o material novo e o antigo. Essa sucessão de cuidados técnicos impede o surgimento de novas patologias e garante que a estrutura volte a operar dentro de suas margens de segurança originais. Além do reparo localizado, o reforço das fundações e das vigas mestras pode ser necessário caso a edificação tenha mudado de finalidade ou sofrido sobrecargas inesperadas.
Por que a vistoria técnica deve ser uma rotina na gestão de ativos?
A cultura da manutenção preventiva é o caminho mais curto para evitar tragédias e gastos emergenciais que podem comprometer o orçamento de qualquer organização. Conforme destaca o gestor da empresa do Grupo André Guimarães, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a realização de inspeções periódicas e ensaios não destrutivos fornece um histórico real da saúde da edificação. Testes de esclerometria, ultrassom e mapeamento de corrosão permitem antecipar falhas que não são visíveis a olho nu, permitindo um planejamento financeiro adequado para as reformas necessárias.
Ignorar pequenos sinais de infiltração ou trincas é o primeiro passo para uma crise estrutural que pode levar à interdição definitiva do imóvel. Para que um projeto de reabilitação seja bem-sucedido, é preciso seguir um roteiro técnico que considere o ciclo de vida completo do ativo. A organização e a disciplina na execução dos reparos garantem que a estrutura recupere sua confiabilidade e continue servindo à sociedade com excelência.
A união entre experiência prática e rigor científico
O sucesso da revitalização de grandes obras está na união entre a experiência prática e o rigor científico aplicado a cada detalhe da construção. Como resume o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, manter uma estrutura em pé e segura é um ato de responsabilidade técnica e respeito ao meio ambiente.
Ao investirmos em manutenção e recuperação, estamos garantindo que o progresso do Brasil não seja interrompido por falhas evitáveis. O legado da nossa engenharia é medido pela durabilidade das nossas pontes, estradas e prédios, que devem resistir ao tempo com a mesma solidez de sua inauguração.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez
